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Responsabilidade Social

A Philips da América Latina está à frente das demais regiões em responsabilidade social, em virtude da sensibilidade da empresa ao traçar suas estratégias e planos. A atuação em responsabilidade social da Philips ultrapassa o limite de investimento social privado como patrocinadora de ações sociais. A empresa envolve-se profundamente com ONGs e institutos para compreender e aplicar as melhores práticas existentes.

Um dos grandes diferenciais da Responsabilidade Social Philips é que todos os projetos são inicialmente lançados para o público interno. Conforme a aceitação e adesão, são adaptadas para o público externo.


A Philips tem consciência de que é preciso exercer liderança, pois é uma empresa de ponta que dispõe de recursos financeiros, humanos e tecnológicos para gerir programas de responsabilidade social. Por meio de ações específicas nas comunidades escolhidas como público-alvo dos projetos, a Philips definiu as áreas de saúde e educação como principais focos de atuação.

No Brasil, o termo ‘responsabilidade social’ foi oficializado em seu organograma interno no ano 2000.
 

 

Marcelo Padovani

Vice-Presidente de Aparelhos Domésticos e Cuidados Pessoais da Philips para a América Latina

“É preciso gerar soluções inclusivas, produzindo em escala para um grande número de pessoas.”
Nos últimos anos, as idéias dos pesquisadores Stuart Hart e C.K. Prahalad vêm chamando a atenção de executivos das empresas de todo o mundo. Eles acreditam em uma nova abordagem para o desenvolvimento, baseada na atuação do setor privado, capaz de gerar negócios lucrativos, melhorar a qualidade de vida dos mais carentes, respeitar a diversidade cultural e conservar a integridade ecológica do planeta. Trata-se de desenvolver produtos e serviços para a chamada base da pirâmide, que engloba 4 bilhões de pessoas ao redor do mundo sobrevivendo com renda inferior a US$ 1,5 mil por ano. No Brasil, o chamado mercado de baixa renda é composto por 140 milhões de pessoas, que respondem por 36% do consumo nacional.
Entretanto, oferecer essa contribuição social e, ao mesmo tempo, criar valor para os acionistas requer criatividade nas estratégias de negócio. Na Philips, abraçamos essa idéia quando nos propusemos a trabalhar com inovações significativas, produzindo produtos que façam sentido para as pessoas e sejam acessíveis. Um bom exemplo é o Philips Woodstove, um pequeno fogão a lenha que estamos comercializando na Índia. Além de reduzir as emissões de fumaça, ele usa menos lenha, permitindo que as famílias economizem e diminuindo o desmatamento. O produto é dirigido a comunidades rurais, é fácil de manusear e acessível financeiramente.
Na América Latina, mais precisamente no Brasil, desenvolvemos o Curso Básico de Cozinha e Lavanderia Doméstica, com o objetivo de proporcionar às empregadas domésticas uma oportunidade de se aperfeiçoar. Na oportunidade, também divulgamos nossos aparelhos domésticos e de cuidados pessoais e, no final da formação, ajudamos na inserção dessas mulheres no mercado de trabalho.
Ao desenvolver produtos, não só os voltados à base da pirâmide, nos perguntamos se existe real necessidade para que ele exista ou se estamos apenas inflacionando o consumo. Com isso, conseguimos atingir uma mudança de paradigma, trabalhando com as reais necessidades das pessoas.
Não há uma receita única para a conquista do mercado de baixa renda, mas, com certeza, há necessidade de repensar estratégias atuais, estimulando a confiança e o respeito mútuo, além de investir em relações duradouras.